terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Rodrigo Poletto elogia condição física dos atletas

 

Preparador do Vasco destaca vontade dos atletas no interior de São Paulo e prevê todos preparados para a estreia do Carioca

Rodrigo Poletto - Preparador fisico do Vasco (Foto: Divulgação/Site Oficial do Vasco)Rodrigo Poletto observa argentino Chaparro em ação em Atibaia (Foto: Divulgação/Site Oficial do Vasco)
Bruno Braz
Publicada em 10/01/2012 às 19:56
Em Atibaia (SP)
O preparador físico Rodrigo Poletto não vem dando moleza aos jogadores durante a pré-temporada, em Atibaia (SP). Apesar dos exercícios exaustivos em dois turnos diários, ele elogia a condição física dos atletas e a dedicação durante as atividades.
- Estamos treinando em dois turnos, todos os dias muito forte, e tem sido muito bom. Tenho acompanhado os atletas e eles estão mostrando vontade, um puxando o outro, mostrando motivação - disse.

De acordo com o preparador físico, a tendência é que todos estejam bem fisicamente na estreia do Carioca, dia 22, diante do Americano, e evoluam ainda mais até a primeira partida da Libertadores, em 8 de fevereiro, contra o Nacional (URU), em São Januário.
- Vamos chegar no dia 22 com uma boa condição, melhorando até o dia 8, já que o objetivo é chegar na Libertadores muito bem - completou Poletto.


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Preparador físico do Vasco descarta problemas com lesões e elogia Juninho

 

Vinicius Castro
Do UOL, em Atibaia (SP)


  • O preparador físico do Vasco, Rodrigo Poletto, observa Eduardo Costa durante a musculaçãoO preparador físico do Vasco, Rodrigo Poletto, observa Eduardo Costa durante a musculação
Rodrigo Poletto, preparador físico do Vasco, elogiou nesta terça-feira a dedicação dos jogadores durante os treinos, em Atibaia, interior de São Paulo, local da pré-temporada do clube. Ele aproveitou para descartar qualquer sobrecarga nas atividades em razão das lesões de Jumar e Eduardo Costa.
“Tivemos dois casos, Rômulo e Eder Luis, que já vieram com problemas do ano passado. Temos um cuidado para que não agrave. O Jumar teve um trauma e não temos como evitar. Continua fazendo tudo na musculação, não teve problema. O Eduardo Costa sentiu um pouco de dor na panturrilha e preferimos não acelerar o trabalho. Fazemos um trabalho separado, mas não param de treinar”, afirmou, acrescentando.
“Os atletas estão em um nível de férias onde se descontrai totalmente a musculatura. Na pré-temporada já entramos com um trabalho forte. Se tivéssemos dois meses para treinar seria diferente, mas não temos isso. O período é curto e temos que chegar em uma performance muito alta. Acelerar todos os processos de treinamento. As dores musculares são comuns. Os atletas vão sentir mesmo. É um período difícil”, completou.
Por último, Rodrigo Poletto elogiou a chagada de Juninho, dois quilos abaixo do peso após ter cumprido o programa de treinamentos passado pelo profissional para as férias.
“Ele é um atleta profissional e muito preocupado com tudo. Antes de sair de férias já conversou para fazer as atividades. Se apresentou sem problema de peso e precisa ganhar massa muscular. Ele e o Felipe têm que treinar de forma diferente”, encerrou.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Imagens Pre Temporada C.R.Vasco da Gama









Preparador físico promete treinos intensos em Atibaia

 

06/01/2012 - 22h13
Em busca do condicionamento perfeito e de um ano ainda melhor do que 2011, o Vasco inicia sua pré-temporada neste sábado (07/01), em Atibaia. Segundo o preparador físico Rodrigo Poletto, a meta vascaína é aproveitar a cada segundo dos 13 dias de atividades em São Paulo.
- Vamos iniciar a pré-temporada com trabalhos físicos intercalados com trabalhos técnicos para ganhar tempo. Nossa prioridade é a parte física dos atletas, mas também vamos colocar treinamentos com bola. Já conversei com o Cristovão e com todos os membros da comissão sobre isso. Fazendo desta forma, conseguimos condicionar os atletas em todos os sentidos e aproveitamos bem esse tempo que temos de pré-temporada – disse o preparador físico com exclusividade ao site oficial.
Rodrigo Poletto destacou a importância de uma boa preparação na pré-temporada e promete colocar os atletas para suarem a camisa nos treinamentos.
- Nosso trabalho em 2011 foi excelente. Não acompanhei o time na pré-temporada do ano passado, mas eles tiveram uma boa preparação. Quando eu cheguei, o time já estava muito bem. Esse trabalho inicial é o que dá sustentação para que os atletas consigam um bom desempenho no ano inteiro, então vamos trabalhar muito. Temos sempre que melhorar porque queremos conquistar títulos – concluiu Poletto.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Sob calor, água mineral serve de ducha durante treino do Vasco

 

Grupo de oito atetas usa copos para driblar efeito do sol em segundo dia de atividades da equipe na temporada

Por Gustavo RotsteinRio de Janeiro
 
Como se a atividade física não fosse suficiente, o sol tratou de aparecer para ajudar os jogadores a perder os quilos a mais adquiridos nas férias. Sob o comando do técnico Cristóvão Borges e do preparador físico Rodrigo Polleto, oito atletas foram ao campo do Cefan (Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes, da Marinha), na manhã desta sexta-feira, para dar continuidade à pré-temporada do Vasco.
Eduardo Costa, Renato Silva e Kim Vasco treino (Foto: Gustavo Rotstein / Globoesporte.com)Eduardo Costa, Renato Silva e Kim procuram se hidratar durante treino do Vasco pela manhã no Centro de Educação Física da Marinha (Foto: Gustavo Rotstein / Globoesporte.com)
Renato Silva, Eduardo Costa, Kim, Fellipe Bastos, Bernardo, Alessandro, Fagner e Nilton participaram da atividade física no campo. Enquanto isso, os demais jogadores trabalharam na sala de musculação em São Januário. À tarde haverá a inversão dos grupos, e, em seguida, todos seguirão para Atibaia (SP), local da pré-temporada.
Foi visível o incômodo dos jogadores com a alta temperatura durante o treinamento. Todos os intervalos entre uma corrida e outra eram aproveitados para muita hidratação e uma espécie de banho com água mineral.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Preparador do Vasco traça trabalho especial para a volta de Eder Luis

 

Rodrigo Poletto garante atacante em boas condições nos primeiros jogos de 2012


Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Eder Luis atacante do Vasco (Foto: Fred Huber / GLOBOESPORTE.COM)Eder Luis recebeu um cronograma para as férias
(Foto: Fred Huber / GLOBOESPORTE.COM)
O preparador físico do Vasco, Rodrigo Poletto, garante que Eder Luis estará pronto para os primeiros compromissos da equipe na temporada de 2012. O atacante foi desfalque na reta final do Brasileiro devido a uma fratura no pé esquerdo. Poletto tem acompanhado a recuperação e traçou um planejamento especial para as férias do jogador.
- Passamos um trabalho para que ele faça nesse período. Já vai chegar na pré-temporada podendo fazer algumas atividades. Vai estar à disposição nos primeiros jogos do Carioca e da Libertadores, com certeza - disse o preparador, em entrevista à Rádio Brasil.
Em negociação para renovação de contrato, Poletto garante que permanecerá no clube em 2012.
- A vontade é de ficar, e não vai ter problema nenhum neste sentido. Já conversei com o Rodrigo Caetano sobre o assunto e faltam poucos detalhes. Trabalhar no Vasco tem sido um prazer e vamos dar continuidade ao que foi feito neste ano.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Reportagem Jornal Pioneiro- Caxias do Sul RS

Cruz de Malta de Dona Marisa brilha em Lourdes


Caxias do Sul – Uma casa na Rua Luiz Michielon, no bairro Lourdes, é quase a extensão do Estádio de São Januário, no Rio. Nela reside Dona Marisa Menegotto Poletto, 61 anos, mãe do preparador físico Rodrigo Poletto, do Vasco, caxiense criado no campus da UCS e no gramado do Alfredo Jaconi. Neste domingo, é dia de toda a família torcer pela Cruz de Malta, símbolo que os vascaínos pegaram emprestados da história para colocar no hino do clube.

– Acho que vamos ganhar esse título. Deus me diz que o título vai ser do Vasco – afirma Dona Marisa, conhecedora nata de futebol.

Sim, ela não caiu do espaço no universo da bola por causa da profissão do filho. Sempre gostou. Sabe nomes de campeonatos, times, jogadores, atletas veteranos e novatos:

– O Ricardo Gomes convidou o Rodrigo para ir para o Vasco. Eles chegaram quando o time estava mal na Taça Guanabara. Depois, ganharam tudo e só perderam a final da Taça Rio nos pênaltis, para o Flamengo. O Ricardo mesclou os mais velhos, como o Felipe, com os mais novos, como o Bernardo, e a equipe decolou.

Sobre a trajetória do filho, Dona Marisa sabe mais ainda. E conta como tudo começou.

– Aos 16 anos, ele começou a trabalhar no Banco Mercantil. Fez Ciências Contábeis e tudo. Foi convidado até para gerente do banco quando tinha 20, 21 anos. Só que um dia chegou em casa e disse que queria fazer Educação Física na UCS. A gente apoiou e ele começou a estudar. Fez pós-graduação em Londrina e mestrado em Cuba – lembra a mãe.

No futebol, Rodrigo começou nas categorias de base do Juventude e tem várias passagens pelos profissionais. Numa dessas, em 2002, conheceu Ricardo Gomes e Cristóvão Borges, com quem retomou a parceria este ano no Vasco. Dona Marisa recorda que os três estavam quase embarcando para o Oriente Médio antes da proposta do clube carioca:

– O Ricardo Gomes iria trabalhar nos Emirados Árabes e convidou o Rodrigo. Disse que era para ele ir estudando inglês. Mas, nesse meio tempo, veio o Vasco.

E é lá no Estádio Engenhão, no Rio, que ele pode conquistar o título brasileiro pela primeira vez na carreira. Em Caxias do Sul, Dona Marisa prepara o ritual de sempre.

– Assisto ao jogo de pé. Vou jogando junto. Quando eu vejo, parece que estou dentro da televisão – revela.

O pai de Rodrigo, Seu Abramo, 76 anos, o irmão Rogério, 32, e a irmã Tatiana, 41, também devem assistir ao jogo com o Flamengo juntos. Cada um com uma função.

– Digo para eles e ao Abramo segurarem um jogador do Flamengo, que pode ser o Renato Abreu, porque eu vou segurar o Ronaldinho Gaúcho – brinca a mãe, confiante de que a faixa de campeão vai desembarcar em Caxias do Sul para se juntar a pôsteres e camisas do Vasco na casa em Lourdes.

adao.junior@pioneiro.com
ADÃO JÚNIOR

Torcedora até do Panamá
Assim como a mãe de Tite, Dona Marisa também já torceu para vários times, aqueles em que o filho Rodrigo defendeu. Além da camisa do Ju, ela já vestiu as cores do Dínamo de Moscou (Rússia), quando o filho trabalhava com Ivo Wortmann, da seleção do Panamá, quando o técnico era Alexandre Guimarães, e do
Paysandu-PA, de Edson Gaúcho. Assistiu a diversos jogos do Ju no Alfredo Jaconi e até nos estádios Olímpico e Beira-Rio.





  • UM DELES LEVANTARÁ O TROFÉU

    Por volta das 19h deste domingo, um caxiense da gema estará festejando o título de campeão brasileiro, inédito em suas carreiras. Poderá ser Adenor Bachi, o Tite, 50 anos, técnico do Corinthians, ou Rodrigo Poletto, 39, preparador físico do Vasco da Gama.

    O primeiro surgiu para o futebol no Caxias, onde foi jogador e técnico, tendo participado da conquista do Gauchão de 2000, a maior da história do clube. Já o segundo brilhou no Juventude, onde teve presença em campanhas destacadas no Brasileirão nos anos 2000. Curiosamente, ambos exibem uma conquista de Copa do Brasil nos currículos.

    Confira nas entrevistas a seguir as expectativas para a final e como eles chegaram até este momento.

    Pioneiro: O que essa conquista significaria para você, nos aspectos profissional e pessoal?
    Adenor Bachi, Tite: Profissionalmente, ganhar no Rio e São Paulo tem divulgação maior, embora a importância seja a mesma que em outros clubes. No aspecto pessoal, teria o mesmo valor que o Gauchão pelo Caxias, a Copa do Brasil pelo Grêmio e a Sul-Americana pelo Inter.

    Pioneiro: Qual foi o pior momento nesta campanha?
    Tite: O momento mais difícil foi depois do jogo com o Santos, em que saímos na frente e perdemos por 3 a 1, e jogando bem. Logo depois viria o São Paulo, que está tendo a maior rivalidade, e se ele nos vencesse abriria quatro pontos. Aí, a nossa equipe se instabilizaria. Mas empatamos e seguimos. O pessoal fala em outros momentos, mas esse foi o mais emblemático.

    Pioneiro: Por outro lado, quando você sentiu que o time poderia chegar?
    Tite: (pausa) Estou tentando procurar um marco... O 2 a 2 com o Vasco, quando merecíamos ter vencido... Contra o Flamengo, quando o time saiu perdendo e atropelou... Quando enfiou cinco no São Paulo... O jogo com o Inter, quando buscou o empate com 10 homens. Contra a dupla Gre-Nal, fizemos 10 dos 12 pontos, acho que ninguém fez isso. Há o jogo com o Cruzeiro, com o pênalti absurdo, a virada com o Atlético-MG... Acho que há alguns momentos, mas acima de tudo tivemos regularidade, o que nos habilita (ao título).

    Pioneiro: Você pensa no futuro, até porque o presidente Andrés Sanchez está indo para a CBF?
    Tite: Deixo o planejamento para a direção. Vamos tratar disso depois do campeonato. Eu estou aqui há um ano e alguns meses e eles já sabem como trabalho.

    Pioneiro: Como está o Edenilson, que saiu do Caxias há pouco?
    Tite: Muito bem. Tenho usado ele como segundo volante ou quarto homem pela direita, fechando. É um jogador centrado, tem qualidade e está evoluindo bastante, a ponto de ficar no banco no lugar de outros com mais nome.


  • Pioneiro: Num ano em que você foi campeão da Copa do Brasil e ficou entre os quatro da Sul-Americana, o que representaria a conquista do Brasileirão?
    Rodrigo Poletto: Este foi um ano especial profissionalmente. Chegamos (com o técnico Ricardo Gomes e o auxiliar Cristóvão Borges) aqui numa situação difícil, pois o Vasco estava ameaçado de cair no Carioca. Ficamos vice neste, ganhamos a Copa e fomos bem na Sul-Americana. O Brasileiro é uma competição difícil, que exige maturidade e regularidade, é desgastante. Ganhar seria muito bom.

    Pioneiro: O momento mais difícil foi com o AVC do Ricardo Gomes. Como ele foi superado?
    Poletto: Foi um momento de total desgaste psicológico. Ricardo é o nosso comandante, o grande líder, que passava tranquilidade, é agregador. Foi muito difícil, pois ocorreu num domingo e, no dia seguinte, havia treino. A gente não sabia o que dizer para os atletas, pois o Ricardo corria risco. Mas mostramos que a única forma de retribuir o carinho e a atenção dele seria seguir o trabalho e não deixar o clube cair. E o grupo se uniu mais.

    Pioneiro: Como o grupo recebeu o seu estilo de trabalho?
    Poletto: No primeiro dia, o Ricardo brincou: “estou trazendo um gauchão que cobra muito”. Mas foi tranquilo. Não cheguei querendo mudar, mas para fazer um trabalho integrado com todos os setores do clube, como médico, fisiológico, e deu certo. Foi importante também a sintonia da comissão, que falou a mesma linguagem.

    Pioneiro: Vocês já estão encaminhando a renovação, pensando na Libertadores?
    Poletto: Estamos conversando. O Ricardo está no projeto, devendo voltar a partir de março, abril, pois hoje ainda caminha com um pouco de dificuldade. O Rodrigo Caetano (diretor executivo de futebol) tem uma proposta boa de continuidade. Ele é muito importante no trabalho, pois blinda o vestiário e dá condições para a comissão técnica fazer a sua parte.

  • Treino na sala de Musculaçao C.R.Vasco da Gama